Nota para o Líder de Classe
Como uma forma de revisar os aspectos mais importantes do livro de Apocalipse, peça a vários alunos para descreverem suas respostas da tarefa escrita.
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Como uma forma de revisar os aspectos mais importantes do livro de Apocalipse, peça a vários alunos para descreverem suas respostas da tarefa escrita.
► Um aluno deve ler Apocalipse 20:1-6 para o grupo.
Essa passagem descreve um período específico de mil anos. É o último período da história humana na terra antes do julgamento. O julgamento termina com todo o pecado e marca o início de um novo céu e de uma nova terra.
Na escatologia, este período é chamado de milênio. De acordo com a passagem, aqueles que morreram na perseguição durante o período da tribulação são ressuscitados para governar com Cristo na terra. Satanás está preso durante esse tempo. No final desse período Satanás é solto e há mais uma grande rebelião das nações contra Deus.
Para outros exemplos de passagens sobre o milênio, veja Isaías 2:2-4, Isaías 60:9-12 e Miquéias 4:1-3. Essas profecias não parecem já terem se cumprido literalmente na história.
Nota para o líder de classe: O curso ainda não preparou os alunos para responder à pergunta abaixo, mas ela irá introduzir a próxima seção.
► Nós devemos esperar que este seja um período de tempo literal no futuro, ou nós devemos entender essas passagens de uma forma diferente?
As declarações abaixo são de pessoas que viveram no início da igreja. Elas mostram as crenças que eram comuns durante os primeiros séculos.
Epístola de Barnabé (1º século): “Depois de seis mil anos de história humana Cristo irá voltar, destruir o anticristo e estabelecer o seu reino”.
Policarpo (70-155): “Se nós vivemos para ele na presente era, nós seremos ressuscitados e reinaremos com ele na era que virá”.
Pápias (80-163): “Depois da ressurreição dos santos haverá o governo pessoal de Cristo na terra”.
Justino Mártir (100-164): “Depois da ressurreição dos santos eles irão governar por mil anos em uma Jerusalém física, e então virá o julgamento”.
Irineu (130-202): “O anticristo irá governar por três anos e meio em Jerusalém, Israel será restaurado, e depois da ressurreição dos santos eles irão governar”.
Tertuliano (160-220): “Depois da ressurreição haverá um reinado de mil anos literal em Jerusalém”.
Muitas passagens do Antigo Testamento parecem descrever o período do milênio. Nós vamos estudar algumas delas nesta parte da lição.
► Trabalhem juntos para observar cada passagem e escrever uma lista dos detalhes mais importantes. Alguns detalhes de cada passagem estão colocados com as referências.
Zacarias 8:22, Zacarias 14:9, 16-17. O Senhor será rei sobre toda a terra e nenhum outro Senhor irá existir. Todas as nações irão a Jerusalém para adorar.
Isaías 11:1-10. Cristo irá prover justiça para os pobres do mundo e matar os ímpios. Os animais não serão perigosos na “montanha santa”. A terra será cheia do conhecimento do Senhor.
Jeremias 3:17. Jerusalém será chamada de “trono do Senhor” e todas as nações virão e não seguirão os seus próprios caminhos.
Miquéias 4:1-5. Jerusalém será a capital do mundo. As nações irão a Israel para aprender sobre Deus. Não haverá mais guerras.
Jeremias 23:5. Cristo irá realizar justiça como governador da terra.
Isaías 60:1-16, Isaías 61:6. Todas as nações servem Israel e dão ofertas para Jerusalém.
Isaías 65:17-25. Jerusalém será cheia de alegria e não haverá mais choro. Todos irão viver uma idade avançada. Os animais selvagens não serão perigosos.
Nem todos os cristãos interpretam as passagens sobre o milênio da mesma forma. As diferenças não são apenas em pequenos detalhes, mas conceitos radicalmente diferentes.
Nesta lição nós iremos olhar três conceitos diferentes sobre o milênio.
Nota para o líder de classe: Tente evitar longos debates sobre os três conceitos do milênio enquanto cada um é estudado. Os alunos podem debater as suas opiniões mais tarde, mas nesta parte da lição, foque em entender cada um dos conceitos.
Pós-milenismo
O prefixo pós significa “depois”. Refere-se a ideia de que a volta de Jesus acontecerá no final da história humana, em vez de no começo de um período literal de mil anos.
De acordo com esse conceito, as sociedades e governos do mundo irão gradualmente ser completamente cristianizados pela propagação do evangelho e pelo trabalho de cristãos reformadores. Todas as nações se tornarão cristãs. Nesse sentido elas serão governadas por Cristo através de líderes cristãos. Satanás está preso figurativamente, no sentido de que ele não pode parar o evangelho de transformar o mundo.
O período não é necessariamente de mil anos literais, mas simplesmente um período muito longo. No final desse período, Cristo irá voltar.
Alguns grandes avivalistas e reformadores sociais no passado acreditaram no pós-milenismo, porque eles esperavam que a obra do evangelho tivesse uma vitória completa sobre o mundo.[1] Aqueles que defendem esse conceito dizem que é consistente com a forma pela qual Deus trabalha com as pessoas, desejando convertê-las por meio do evangelho ao invés de voltar para tomar um mundo rebelde à força.
Outros cristãos discordam do pós-milenismo por causa das passagens apocalípticas que descrevem a volta de Jesus com poder, destruindo as forças do mal em uma grande batalha depois do seu povo fiel ter sido perseguido. (1) A escritura apocalíptica não parece ser consistente com uma transformação gradual do mundo. (2) A escritura apocalíptica parece descrever Jesus como um conquistador de um mundo rebelde ao invés de um rei vindo para um mundo cristão. Um exemplo de uma passagem apocalíptica está em Apocalipse 19:11-21.
Outra razão para desacordo com o pós-milenismo é que alguns dos detalhes sobre o milênio fornecidos nas Escrituras não parecem se encaixar nessa visão, mesmo se estivessem sendo explicadas figurativamente. Por exemplo, o que significa que os mártires da tribulação são ressuscitados para governar?
Amilenismo
O prefixo a significa “não”, dizendo que não existe um milênio. Aqueles que têm essa crença não acreditam que o milênio é um período literal de mil anos.
Amilenistas acreditam que as previsões do milênio estão sendo cumpridas espiritualmente na igreja. Cristo está governando através das obras da igreja, e Satanás está figurativamente preso, porque ele não pode resistir à igreja.
No amilenismo Israel não é significante no plano de Deus, porque agora a igreja é o povo de Deus. As promessas para Israel de um reino terreno são cumpridas espiritualmente na igreja.
Os detalhes bíblicos do milênio são todos interpretados figurativamente e espiritualmente pelos amilenistas. As promessas feitas para Israel são cumpridas pela igreja, mas espiritualmente e não fisicamente. A igreja governa as nações ao evangelizá-las.
O amilenismo se assemelha ao pós-milenismo em alguns aspectos. Porém, existe pelo menos uma grande diferença. O pós-milenismo ensina que muitas das profecias irão ser cumprir literalmente pelas obras da igreja, tais como a paz mundial e a cristianização de todas as nações. O amilenismo deve encontrar formas de explicar que as profecias estão sendo cumpridas neste momento no mundo como ele é.
Algumas pessoas se opõem ao amilenismo porque ele rejeita quase todas as interpretações literais das profecias. Isso significa que aqueles que receberam as promessas do Antigo Testamento não poderiam ter entendido o que elas significavam, nem mesmo parcialmente.
Outra oposição ao amilenismo é que, mesmo quando as promessas são espiritualizadas, é difícil de entender como o seu cumprimento já é realidade, especialmente a alegação de que os santos estão governando e Satanás está preso.
Pré-milenismo
O prefixo pré signfica “antes”, se referindo a ideia de que Jesus irá voltar para a terra antes do milênio.
De acordo com os pré-milenistas, Cristo irá voltar fisicamente e estabelecer o seu reino mundial por mil anos. Eles interpretam literalmente os detalhes das previsões desse período. Eles acreditam que Israel ainda é importante para o plano de Deus. Acreditam que Jerusalém será o centro do reino de Cristo na terra, e que os mártires cristãos serão ressuscitados para governar com Ele.
► Veja os detalhes listados para cada passagem (acima) e considere como a passagem pode ser interpretada por um pós-milenista, amilenista e um pré-milenista.
Uma boa interpretação (1) será um significado que foi importante para os primeiros ouvintes e (2) irá esperar por um cumprimento que é verdadeiramente consistente com a descrição dada pela passagem.
Teólogos tentaram entender o relacionamento entre Israel e a igreja.
Perguntas incluíram isto: as pessoas do Antigo Testamento foram salvas de uma forma diferente das pessoas do Novo Testamento? As promessas de Deus para Israel se aplicam também para a igreja? Israel ainda é especial para o plano de Deus?
Uma explicação do relacionamento entre Israel e a igreja foi chamada de “dispensacionalismo”. Outros teólogos discordam com o dispensacionalismo e desenvolveram uma explicação que algumas vezes foi chamada de “teologia da aliança”.
Dispensacionalismo
O termo dispensação vem de um conceito, o qual diz que existem diferentes períodos da história humana onde Deus lida com as pessoas de forma diferente, provendo salvação através de meios diversos. O período de tempo em que Deus usa um plano específico de salvação é chamado de uma dispensação.
Alguns teólogos dividem a história humana em muitas dispensações. Os dois períodos que mais afetam a interpretação bíblica estão baseados em uma distinção entre Israel e a igreja. De acordo com o dispensacionalismo, os israelitas do Antigo Testamento foram salvos por seguirem a Lei Mosaica e o sistema de sacrifícios, e os crentes do Novo Testamento são salvos pela graça através da fé. A igreja é completamente distinta de Israel e Deus lida com ela de maneira diferente.
Dispensacionalistas pensam que, porque os dois sistemas de salvação são muito diferentes, ambos não podem coexistir simultaneamente na terra; portanto, eles acreditam que a igreja será removida da terra por um período de sete anos. Durante os sete anos, Deus irá restaurar o sistema anterior de salvação com Israel. Israel irá aceitar Jesus como o seu Messias. Depois de um período de sete anos haverá um período de mil anos quando Jesus irá visivelmente governar em Jerusalém. Os dispensacionalistas acreditam que todas as promessas de Deus para Israel sobre a terra e o reino serão literalmente cumpridas.
O dispensacionalismo torna o Antigo Testamento menos útil para os cristãos, porque eles acreditam que foi endereçado para Israel debaixo de uma dispensação diferente. Eles usam as histórias do Antigo Testamento para ilustrar verdades, mas frequentemente rejeitam qualquer ensinamento que é baseado nas passagens do Antigo Testamento e tentam seguir apenas o Novo Testamento. Eles também acreditam que muitos dos ensinamentos de Cristo nos evangelhos não se aplicam aos cristãos, porque foram endereçados aos judeus.
Muitas pessoas que não conhecem o termo dispensacionalismo foram influenciadas por suas ideias. Frequentemente as pessoas se recusam a aceitar a autoridade do Antigo Testamento, embora os autores do Novo Testamento obviamente o consideraram como tendo autoridade sobre eles.
Teologia da Aliança
De acordo com a teologia da aliança, Israel não é mais o povo de Deus e tem um significado menor na escatologia. Eles acreditam que, porque Israel rejeitou a Cristo, Deus formou uma nova nação chamada igreja.
A igreja é agora o povo de Deus e recebe a promessa dada ao Seu povo, incluindo as promessas feitas para Israel no Antigo Testamento. A nação de Israel agora não tem mais direito a essas promessas. Em Gálatas 6:16, a igreja é chamada de “Israel de Deus”.
Não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é meramente exterior e física. Não! Judeu é quem o é interiormente, e circuncisão é a operada no coração, pelo Espírito, e não pela Lei escrita. Para estes o louvor não provém dos homens, mas de Deus (Romanos 2:28-29).
Estejam certos, portanto, de que os que são da fé, estes é que são filhos de Abraão. Prevendo a Escritura que Deus justificaria os gentios pela fé, anunciou primeiro as boas novas a Abraão: "Por meio de você todas as nações serão abençoadas". Assim, os que são da fé são abençoados junto com Abraão, homem de fé. Isso para que em Cristo Jesus a bênção de Abraão chegasse também aos gentios, para que recebêssemos a promessa do Espírito mediante a fé... Não há judeu nem grego... E, se vocês são de Cristo, são descendência de Abraão e herdeiros segundo a promessa (Gálatas 3:7-9, 14, 28-29).
1 Pedro 2:5-10 descreve a igreja como o sacerdócio que oferece sacrifícios espirituais, uma nação santa e um povo de Deus.
Hebreus 12:22 diz que os crentes entram na “Jerusalém celestial”. Gálatas 4:25-26 diz que os crentes entram na Jerusalém que está no alto em vez da Jerusalém na terra.
Uma vez que a teologia da aliança diz que as promessas feitas a Israel são transferidas à igreja, eles pensam que as promessas são cumpridas espiritualmente e não literalmente. As promessas do trono de Cristo estabelecido em Jerusalém, paz, Israel como líder do mundo, todas as nações sendo ensinadas por Israel, posse eterna da terra prometida e a mansidão de animais selvagens devem ser todas espiritualizadas para que sejam cumpridas na igreja. As promessas são todas interpretadas para ter um significado espiritual ao invés de literal.
Muitas pessoas que acreditam nessa teologia não acreditam em um governo literal de Cristo na terra por um período de mil anos. Eles acreditam que Cristo e os santos governam agora espiritualmente através da influência do evangelho. Acreditam que a promessa de Abraão, que os seus descendentes possuiriam Canaã para sempre, será cumprida pelos atuais crentes que possuem a salvação. Eles acreditam que, ao invés de Jerusalém, a igreja ensina as nações.
Uma Visão Equilibrada
Muitos teólogos de hoje tentaram chegar a um equilíbrio entre o dispensacionalismo e a teologia da aliança.
Existem problemas com o dispensacionalismo. O apóstolo Paulo disse a Timóteo que as Escrituras (o Antigo Testamento) ensinaram sobre a salvação (2 Timóteo 3:15). Jesus disse que Nicodemos já deveria saber sobre o novo nascimento, porque ele era um professor do Antigo Testamento (João 3:10). O Novo Testamento diz que o crente é agora o verdadeiro israelita, filho de Abraão (Romanos 2:28-29, Gálatas 3:28-29). Romanos 4:1-8 diz que nós recebemos a mesma salvação que Abraão e Davi receberam. Os sacrifícios do Antigo Testamento não tiravam o pecado (Hebreus 10:4). Portanto, parece errado pensar que o Antigo e o Novo Testamento fornecem diferentes formas de salvação.
Também existem problemas com a teologia da aliança. Dizer que as promessas do Antigo Testamento são cumpridas espiritualmente permite interpretações imaginárias que não podem ser provadas. Além disso, essa interpretação perde o significado original. Se a teologia da aliança está correta, Abraão e outros não poderiam entender as promessas, mesmo pensando que tivessem entendido. Por exemplo, Deus prometeu a Abraão que os seus filhos iriam possuir a terra para sempre, mas na verdade significava que os gentios seriam salvos.
[1]Nos livros dos profetas existem inúmeras promessas de restauração e salvação para Israel. Um exemplo é Jeremias 30-31; dois capítulos que descrevem a promessa de Deus de reunir Israel e reconstruí-lo (30:18). Deus os assegura de que Ele será o seu Deus (30:22); Ele nunca irá desistir até que sejam cumpridos os propósitos (30:24); Ele os ama eternamente (31:3); Ele se lembra de Efraim como um filho e terá misericórdia dele (31:20); Ele irá escrever as leis no coração deles (31:33); e todos irão conhecê-Lo e serão perdoados (31:34). A conclusão de Deus no capítulo 31:35-37 é que seria impossível para Ele rejeitar Israel pelos seus pecados como é para o sol falhar ou o céu ser medido. Essa passagem pode ser consistente com a ideia de que Deus irá tirar essas promessas de Israel e dar a outro?
A teologia da aliança nega que Israel ainda seja significante para o plano de Deus, mas o apóstolo Paulo diz que Israel como uma nação seria, algum dia, salva e que a aliança de Deus com eles seria cumprida (Romanos 11:26-29). Ele não está falando sobre a igreja, porque por todo esse capítulo ele faz distinção entre Israel e a igreja.
Uma visão equilibrada de Israel e a igreja incluirá um entendimento sobre várias promessas do Antigo Testamento.
“Pelas suas ações, através da mediação do seu servo, Deus irá realizar [trazer a realidade] a salvação de seu povo da aliança. O seu povo irá habitar em segurança na terra que Deus dará a eles e exibirá a justiça do seu Senhor.”
- William Dyrness,
Themes in Old Testament Theology
(1) Promessas de Bênçãos Espirituais
A salvação é pela graça e é obtida pelo arrependimento e pela fé, por judeus e gentios, em qualquer período da história. As bases para o aceite de Deus de um indivíduo sempre foram as mesmas (Isaías 60:1-7). Não existe a necessidade de Israel e a igreja terem turnos separados na terra, pois o plano da salvação é o mesmo para ambos. Romanos 4:9-16 diz que os crentes se tornam filhos de Abraão porque eles acreditam no evangelho como ele acreditou; portanto, em todas as eras os verdadeiros crentes são os filhos de Deus. A aliança da graça foi dada a Israel (Jeremias 31:33-34). Nós compartilhamos as bênçãos de Abraão bem como qualquer outro crente, seja judeu ou gentio. As promessas não são tiradas de Israel, mas apenas estendidas também aos gentios, e aqueles que se convertem são a igreja.
(2) Promessas de Princípios
Muitas promessas descrevem a forma comum de Deus cuidar do povo que está em um relacionamento de obediência com Ele. Um exemplo é Salmos 23. Essas promessas mostram a natureza de Deus revelada no relacionamento. Esses princípios são os mesmos em qualquer tempo e lugar, com Israel ou com a igreja.
(3) Promessas Nacionais
Jesus era o Messias dos judeus. Algum dia, Israel como uma nação irá se voltar para Cristo (Romanos 11:26). Deus prometeu que Ele não iria rejeitar a nação permanentemente (Jeremias 31:35-37). Ele irá cumprir as suas promessas a eles.
1. Estudo de Passagem: Estude as passagens bíblicas fornecidas na seção desta lição chamada “Previsões do Antigo Testamento sobre o Milênio”. Explique o que você pensa sobre como seria o cumprimento das previsões, baseado em sua visão sobre o milênio.
2. Tarefa Escrita: Explique qual das três visões do milênio você acredita ser a certa e diga os motivos.
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Visão geral do curso
O Valor da Escatologia
Lesson 1
Profecias Cumpridas e Israel
Lesson 2
Introdução à Escritura Apocalíptica
Lesson 3
Os Grandes Temas da Escatologia
Lesson 4
O Discurso das Oliveiras
Lesson 5
Daniel (Capítulos 1-6)
Lesson 6
Daniel (Capítulos 7-12)
Lesson 7
Apocalipse (Capítulos 1-5)
Lesson 8
Apocalipse (Capítulos 6-22)
Lesson 9
O Milênio
Lesson 10
A Grande Tribulação
Lesson 11
O Arrebatamento
Lesson 12
A Questão do Sofrimento
Lesson 13
Uma Visão Cristã Sobre a Perseguição
Lesson 14
A Previsão de Uma Nova Terra
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