Jia não viu seu amigo Lee por duas semanas. Quando ela perguntou a um vizinho, ficou sabendo da triste notícia de que a mãe de Lee havia morrido depois de ter tido uma longa doença. Lee tinha ido de volta para Taoyuan para estar com sua família.
Quando Jia viu Lee algumas semanas depois, ela expressou seus sentimentos pela morte de sua mãe. Lee agradeceu a sua gentileza, mas depois falou com raiva: “É por isso que não posso crer no Deus cristão. Se existe um Deus, por que Ele permitiu que minha mãe sofresse tanto? Você diz que seu Deus é todo poderoso e amoroso. Se ele realmente amava a minha mãe e verdadeiramente tinha poder para parar o sofrimento dela, por que Ele a deixou sofrer tanto? Talvez exista um deus, mas ele não tem o poder para nos ajudar. Talvez exista um deus, mas Ele não se importa de verdade com o nosso sofrimento. Ou talvez não exista um deus. Acredito que estamos sozinhos no universo”.
Alguém pode saber com certeza que não existe um deus? Imagine todo o conhecimento no universo como um grande círculo. Agora, imagine o seu conhecimento como um círculo dentro do conhecimento total no universo.
A menos que o círculo do seu conhecimento se compare ao círculo de todo conhecimento no universo, você não sabe tudo! Se seu conhecimento atual não inclui o conhecimento sobre a existência de Deus, poderia ser que Deus existe no círculo mais amplo de conhecimento, e não no seu. Você precisaria ter todo o conhecimento do universo para provar que Deus não existe. Muitos não crentes admitem isso, e concordam que existe a possibilidade de Deus existir, mas ainda não O descobriram.
Se é possível que Deus exista, uma pessoa honesta deve estar disposta a examinar as evidências da existência de Deus. Pessoas como C.S. Lewis e Josh McDowell as examinaram e vieram a crer que Deus existe e que se revelou a nós através da Bíblia.
Esta lição examinará as evidências sobre a existência de Deus. Veremos que existem muitas razões para crer que Deus existe.
Evidências Sobre a Existência de Deus: O Argumento Cosmológico
A palavra cosmológico vem da palavra cosmos, que significa “mundo”. O argumento cosmológico demanda uma explicação adequada sobre a existência do mundo. Esse argumento pergunta: “Por que o mundo existe?” E conclui: “O mundo existe porque foi criado por Deus – um Ser pessoal, eterno e autoexistente”.
O argumento cosmológico começa com a ideia de que tudo deve ter uma explicação adequada. Por exemplo, imagine que você me perguntou: “De onde vem essa cadeira onde você está sentado?” Imagine que eu respondi: “A cadeira apenas aconteceu, ninguém a fez; ninguém a trouxe para esta sala, ela simplesmente apareceu”. Você sabe que isso está errado. Tudo deve ter uma explicação adequada, incluindo o universo como um todo.
O argumento cosmológico tem três premissas e uma conclusão:[1]
Premissa A: O universo não poderia ter vindo do nada.
Premissa B: O universo não poderia ter sempre existido da forma que ele é.
Premissa C: O universo não poderia ter surgido de uma matéria impessoal ou de uma energia.
Conclusão: Portanto, o universo deve ter sido criado por um Ser pessoal, eterno e autoexistente.
Vamos discutir explicações possíveis sobre o universo.
Algumas Pessoas Dizem que o Universo Veio do Nada
Como o nada poderia produzir algo? O nada deveria ser alguma coisa para poder produzir outra coisa. Se dizemos que o universo criou a si mesmo, devemos dizer que o universo existia antes de existir. O universo teria que ser e não ser ao mesmo tempo. Isso é contraditório. Algo não pode existir e não existir ao mesmo tempo.
Algumas Pessoas Dizem que o Universo Sempre Existiu como Ele É
As duas leis da termodinâmica mostram que é impossível que o universo tenha sempre existido como ele é.
A primeiralei da termodinâmica fala que a matéria/energia não pode ser criada nem destruída. A segunda lei da termodinâmica fala que a energia utilizável no universo está sendo convertida lentamente em energia não utilizável. Quando você coloca as duas leis juntas, elas mostram que o universo começou com uma quantidade fixa de energia utilizável que está lentamente esgotando.
Qual é o significado disso? O universo está lentamente morrendo. Se ele sempre existiu como é agora (incluindo as leis naturais do universo), a energia no mundo já teria esgotado, tudo estaria na mesma temperatura e nós todos estaríamos mortos.
Algumas Pessoas Dizem que o Universo Surgiu da Matéria ou da Energia
Se o universo surgiu de uma força impessoal, os únicos fatores que produziram o universo são impessoais. É impossível que algo sem personalidade crie personalidade. Mas os humanos têm personalidade. Se o impessoal não pode produzir personalidade, os humanos devem ter sido criados por um Ser pessoal e eterno.
Se Nenhuma Outra Explicação For Suficiente, o Universo Deve Ter Sido Criado por um Ser Pessoal, Eterno, Autoexistente e Autossuficiente
Já que as outras opções não são válidas, a única explicação razoável para o universo é um Criador autoexistente.
[2]Outra abordagem do argumento cosmológico tem duas premissas que levam a uma conclusão:
Premissa A: Tudo o que começa a existir tem uma causa.
Premissa B: O universo começou a existir.
Conclusão: O universo tem uma causa.
A premissa A é sustentada pelo fato de que uma coisa não pode surgir a partir do nada. Cientificamente, isto foi constantemente verificado. Nossa experiência comum confirma isso.
A premissa B é sustentada pela expansão do universo e pela segunda lei da termodinâmica. A maioria dos cientistas concordam que o universo teve um começo.
Se a premissa A e a B são verdadeiras, logo, a conclusão também é: o universo tem uma causa. Como seria essa causa? Ela deve ser sem causa (uma regressão infinita de causas é impossível), não física e inimaginavelmente poderosa. A Causa deve ser altamente inteligente para trazer um projeto tão interligado e ordem no universo. Até podemos argumentar que a Causa é uma pessoa.[3] Uma razão para a Causa ser pessoal é porque criaturas pessoais como nós – com poder, inteligência e vontade – não poderiam surgir de algo que não tem essas características. Este ser pessoal, todo poderoso é Deus!
Esse é o argumento cosmológico da existência de Deus. Aqui estão algumas questões para perguntar quando estiver conversando sobre a primeira causa:
“Você concorda com a vasta maioria de cientistas de que o universo teve um começo?”
Se disserem, “sim”, pergunte:
“Você acredita que alguma coisa [como o universo] pode vir do nada?”
Se disserem, “não”, pergunte:
“Então, se algo existe agora, é porque alguma coisa deve ter sempre existido, certo?”
“Esta coisa que sempre existiu precisaria ter poder, inteligência e vontade para criar tudo no universo?”
[4]“Você não acha que se este ser eterno e todo poderoso teve todo o trabalho de nos colocar aqui, ele não nos contaria o porquê de ter feito isso?”
“De acordo com a Bíblia, a razão pela qual Deus nos colocou aqui é para termos um relacionamento pessoal com Ele.”
[1]Argumentos, das premissas até uma conclusão, são uma forma de lógica estabelecida. Uma premissa é uma simples afirmação. Em um válido argumento lógico, se todas as premissas são verdadeiras, a conclusão também será.
“Ninguém demonstrou como o tempo somado ao acaso pode produzir a complexidade do universo, quanto menos a personalidade do homem.”
- Adaptado de Francis Schaeffer,
He Is There and He Is Not Silent
[3]Alguém poderia argumentar que uma causa pessoal é a única forma de explicar como uma causa atemporal pode produzir um efeito temporal (o começo do universo). Sem uma vontade, não haveria uma causa permanente sem um efeito permanente. Um ser pessoal com livre arbítrio poderia trazer algo espontâneo e novo, como a criação do universo. Para uma explicação mais detalhada deste argumento, leia William Lane Craig sobre o argumento cosmológico para a existência de Deus. Seu livro, Em Guarda: Defenda a fé cristã com razão e precisão (Vida Nova, 2011), dá uma boa apresentação sobre o assunto.
“Suponha que não exista inteligência por trás do universo, nenhuma mente criativa. Neste caso, ninguém criou meu cérebro para o propósito de pensar. Mas, se assim for, como posso confiar no meu próprio pensamento? Seria como derramar um jarro de leite e esperar que do jeito que cair, irá formar o mapa de Londres. Mas se não posso confiar no meu próprio pensamento, não posso confiar nos argumentos que levam ao ateísmo. Eu não tenho razões para ser um ateu, ou outra coisa. A não ser que eu creia em Deus, não posso crer no pensamento: então, nunca posso usar o pensamento para desacreditar em Deus”.
C.S. Lewis
The Case for Christianity
Evidências Sobre a Existência de Deus: O Argumento Teleológico
Um argumento relacionado ao argumento cosmológico é o argumento teleológico. A palavra teleológico vem da palavra grega telos, que significa “objetivo”. Tem relação com propósito ou projeto.
O argumento teleológico pergunta: “Como o universo ganhou seu projeto detalhado?” Ele conclui que “o projeto interligado no universo requer um Criador”.
Deve existir um objetivo ou propósito guiando nosso universo. Vamos ver alguns exemplos da ciência.
O Olho
O olho humano[1] é um projeto bem interligado. Cada parte do olho tem um propósito no projeto total. Nenhuma parte do olho “evoluiria” até que o olho estivesse completo. A íris do olho é inútil sem o resto do olho.
Todas as partes do olho devem ter aparecido ao mesmo tempo. Isto descreve a criação, não a evolução. É impossível que uma estrutura com esse desenho e propósito tenha vindo à existência por acaso.[2] O único projetista que poderia criar um projeto tão interligado é Deus.
DNA
Uma cadeia de DNA[3] sozinha é mais complexa do que o computador moderno mais avançado. Todas as informações de cada corpo humano estão contidas em uma cadeia do DNA humano, que ocupa menos espaço do que o ponto final em uma frase escrita.
A quantidade de informação que poderia ser guardada no volume de uma cabeça de alfinete de DNA é equivalente a uma pilha de livros 500 vezes mais alta do que a distância entre a Terra e a lua. O argumento teleológico diz que a complexidade do DNA humano requer um criador de grande inteligência. O único criador capaz disso é Deus.
O Ambiente da Terra
Você já considerou a maravilha da localização da Terra no universo? Se estivéssemos mais próximos do sol, seriamos queimados. Se estivéssemos mais longe, congelaríamos até morrer. A atmosfera da Terra é a medida certa para sustentar a vida. Tudo o que é necessário para a vida é providenciado no planeta Terra. Isso implica que a Terra e a sua atmosfera foram feitas para nós por um Ser inteligente que criou um mundo com um propósito. A Terra não é o resultado do acaso. A Terra foi criada por Deus para um propósito.
[1]Image: "Human eye diagram-sagittal view-NEI", National Eye Institute, National Institutes of Health, retrieved from https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Human_eye_diagram-sagittal_view-NEI.jpg, public domain.
[2]Para aprender mais sobre o projeto de Deus para o olho, visite www.answersingenesis.org/go/eye.
[3]Image: "Acido desoxirribonucleico (DNA)" by Kadumago retrieved from https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=87888168, licensed under CC BY 4.0, desaturated from the original.
Evidência Sobre a Existência de Deus: O Argumento Moral
O argumento moral da existência de Deus pergunta: “Por que a humanidade tem um senso nato de certo e errado?” E responde: “O senso de certo e errado da humanidade vem de Deus, o Legislador Supremo que nos dá moralidade”.
Este argumento foi feito por C.S. Lewis no livro Cristianismo Puro e Simples. Ele escreveu sobre um senso de “dever” que pessoas de todas as culturas têm. Mesmo que as diferentes culturas discordem sobre o que é certo e errado, todas as pessoas de todas as culturas sabem que “devem” fazer algumas coisas e “não devem” fazer outras coisas. De onde veio este senso de “dever”? O argumento moral diz que este senso moral de certo e errado deve vir de um Legislador Supremo.
Aqui está o argumento formal lógico:
Premissa A: Se Deus não existe, valores objetivos morais e deveres não existem.
Premissa B: Valores objetivos morais e deveres existem.
Conclusão: Portanto, Deus existe.
A premissa A fala que, separado de Deus, não poderia existir moralidade objetiva. Moralidade não poderia ser a mesma para todos, se não existisse um Legislador pessoal transcendente a quem nós todos prestamos contas. Ordens morais apenas têm sentido se existir uma pessoa que dê a ordem e outra pessoa que recebe. Se existem algumas ordens que se aplicam igualmente a todas as pessoas no mundo, deve existir uma pessoa transcendente de onde essa ordem veio e diante de quem todas as pessoas são responsáveis. Além disso, a culpa moral é apenas apropriada quando as leis de uma pessoa são violadas. A culpa não vem simplesmente da quebra da lei. Uma pessoa (autoridade maior) deve estar envolvida.
A premissa B fala que os valores morais existem objetivamente. Eles são válidos independentemente de alguém acreditar ou não neles; eles são descobertos, não inventados. Até mesmo alguns ateus admitem isso. Por exemplo, o ateu Peter Cave disse: “Qualquer argumento cético que seja levantado contra nossa crença de que matar um inocente é moralmente errado, ainda temos mais certeza de que matar é moralmente errado do que aquilo que o argumento diz... Torturar uma criança inocente por pura diversão é moralmente errado”.[1] Algumas coisas são reconhecidas como erradas em todas as culturas e em todos os tempos.
Se a premissa A e B estão corretas, logo, a conclusão de que Deus existe também deve ser verdadeira.
► Leia Romanos 2:12-16. O que Paulo ensina sobre a lei moral escrita no coração daqueles que não tem a Bíblia?
A #1 Objeção à Existência de Deus: O Mal e o Sofrimento
A objeção mais comum à existência de Deus é esta: “Se existe um deus bom e onipotente, por que existe o mal e o sofrimento no mundo? A existência do mal prova que não existe um deus bom e onipotente”. Frequentemente, essa objeção é apresentada assim:
Premissa A: Um deus bom não permitiria o sofrimento no mundo.
Premissa B: Um deus todo-poderoso poderia remover todo o sofrimento.
Conclusão: Portanto, não existe um deus bom e todo-poderoso.
As pessoas esperam que um deus bom e todo poderoso imediatamente lide com o pecado e com o sofrimento. Elas dizem que se Deus fosse bom e todo poderoso, Ele manteria o mundo livre de dor e de maldade. Como respondemos a esta questão: “Por que existe maldade no mundo?”
Como você responderia a esta pergunta: “Se Deus é bom e todo-poderoso, por que Ele permite a maldade no mundo?”
Aqui estão algumas respostas a essa objeção:
A Maldade é Resultado do Livre Arbítrio do Homem em Desobedecer a Deus
Existe maldade no mundo, porque os primeiros humanos abusaram de sua liberdade e escolheram desobedecer a Deus. O sofrimento é a consequência da desobediência humana.
Adão e Eva desobedeceram a Deus e, como resultado, o mundo todo foi amaldiçoado.[1] Até mesmo pessoas inocentes sofrem por causa dessa maldição.
Alguns perguntarão: “Mas por que Deus fez criaturas livres? Se Deus tivesse feito humanos sem o poder de escolher o pecado, não haveria sofrimento no mundo”.
Uma resposta a essa pergunta é que Deus criou a humanidade para o amor e para o relacionamento. Amor é impossível sem livre arbítrio. Deus deu à humanidade a liberdade de escolher o amor; ou escolher a rebelião.
O Problema da Maldade Indica que Existe um Deus
Lembre-se do argumento moral da existência de Deus. O problema da maldade indica que existe um Deus. Não saberíamos que a maldade existe sem um padrão absoluto de certo e errado. Esse padrão absoluto de certo e errado deve vir de um Legislador Absoluto, que é Deus.
Se não existir um Legislador, você não pode dizer que existe maldade no mundo. Sem um Legislador, o que você chama de maldade, eu posso chamar de bom. Se eu escolher roubar seu dinheiro, não é nem certo nem errado; é apenas uma escolha. Apenas um Legislador estabelecerá o certo e errado absoluto.
É apenas quando aceitamos uma lei moral de certo e errado que encaramos a existência do mal. O problema da maldade sugere que existe um Deus bom. Porém, se Deus é bom e todo-poderoso, por que Ele permite o mal no mundo?
Deus Proveu uma Resposta ao Problema da Maldade e do Sofrimento
Alguns perguntarão: “Por que Deus não faz alguma coisa em relação à maldade e ao sofrimento no mundo? Por que Ele permite que o sofrimento continue?”
A resposta é que Deus já fez algo. Em Jesus, o Deus de infinito amor entrou na história humana e se tornou parte do mundo caído em que vivemos. Ele tomou para Si o sofrimento e, até mesmo, a morte, e então destruiu a morte em Sua ressurreição. Por causa da expiação de Cristo, podemos ser libertos do pecado e, um dia, escapar do nosso sofrimento para sempre.
Por que está demorando tanto para a nossa dor ser removida? Ainda vivemos em um mundo caído; e Deus está primeiramente lidando com o pecado, como a causa máxima do nosso sofrimento. Lidar com o pecado leva tempo, porque as pessoas são intencionais.
O fato de que o sofrimento é o resultado da maldade moral não significa que todo sofrimento é o resultado direto do pecado individual. Todos experimentam a dor por causa do pecado de Adão, não necessariamente por causa do seu próprio pecado. No nosso mundo caído, até os inocentes sofrem injustamente por causa do pecado de outros. Mas em um momento, todo sofrimento irá cessar para aqueles que deixam Deus lidar com o pecado no seu coração e na sua vida.
Mesmo quando experimentamos a dor agora, temos o conforto de Deus. Como cristãos, temos a segurança de que “sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”.[2] Embora possamos não entender, Deus tem um propósito para o que Ele permite em nossa vida. Deus toma nossa dor e a usa para o nosso bem. Ele usa a dor na nossa vida para atrair pessoas a um relacionamento com Ele. C.S. Lewis disse: “Deus sussurra em nossos ouvidos por meio de nosso prazer, fala-nos mediante nossa consciência, mas clama em alta voz por intermédio de nossa dor; este é seu megafone para despertar o homem surdo”.[3]
Fui um ateu a maior parte da minha vida. Pensava que a ideia de um criador todo amoroso, todo poderoso era estúpida. Meu conhecimento é em Jornalismo e Direito. Tendo a ser cético. Eu era o redator jurídico do jornal Chicago Tribune. Então, eu precisava de evidências antes de acreditar em alguma coisa.
Um dia, minha esposa disse que ela tinha se tornado uma seguidora de Jesus Cristo. Pensei que este fosse o fim do nosso casamento. Mas eu logo vi mudanças positivas em seus valores, no seu caráter, na forma que ela se relacionava comigo e com as crianças. Era atrativo e me fez querer investigar sua nova fé.
Fui à igreja um dia e ouvi a mensagem de Jesus de uma forma que eu poderia entender. Ouvi que o perdão é um presente gratuito, que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados e que podemos passar a eternidade com Ele. Eu ainda era um ateu, mas eu saí dizendo: “Se isso é verdade, tem grandes implicações na minha vida”.
Por quase dois anos, usei meus treinamentos jornalísticos e jurídicos para investigar a verdade do cristianismo. Em 8 de novembro de 1991, percebi que para ser um ateu, eu teria que ignorar todas as evidências que apontavam para a verdade do evangelho. Não poderia fazer isso. Eu fui treinado no jornalismo e no direito para responder à verdade. Então, naquele dia, recebi Jesus Cristo como meu perdoador e como meu líder. Assim como minha esposa, minha vida começou a mudar. Meus valores, meu caráter, o propósito da minha vida começou a ser transformado. Quando olho para trás, não posso comparar minha vida antiga com a aventura e a alegria de seguir Jesus Cristo.
[1]Esta transcrição foi adaptada do testemunho de Lee Strobel, "Atheist to Evangelical." Retirado de https://youtu.be/E8IE9Y4wudk 5 de março de 2021..
Conclusão
Enquanto Jia se preparava para responder Lee, ela sentiu o Espírito Santo dizendo que a resposta à pergunta de Lee era mais do que uma resposta intelectual. Ela deveria falar ao seu coração, não apenas a sua cabeça.
Jia disse a Lee: “Primeiro, quero que saiba que sinto sua dor. Você é meu amigo e quando você se machuca, eu também me machuco. Mais do que isso, quero que saiba que Deus sente sua dor. Deus o Pai viu quando seu Filho amado morreu em uma cruz. Ele conhece a dor de perder alguém próximo a Ele”.
“Não posso explicar todo o sofrimento no mundo, mas sei que Deus criou um mundo sem sofrimento. Ele criou um mundo perfeito sem morte. Infelizmente, nosso primeiro pai, Adão, se rebelou contra Deus e trouxe o pecado a este mundo. O pecado trouxe sofrimento e morte. Adão sabia antes de desobedecer a lei de Deus que seu pecado traria morte ao mundo. O homem quebrou o mundo perfeito que Deus criou. Cada um de nós continua a corrente de pecado que começou com Adão. Todos nós desobedecemos a lei de Deus”.
“Por causa do pecado de Adão, nascemos em um mundo ferido. Vivemos em um mundo caído. Porém, Lee, posso te contar duas coisas para serem lembradas em meio as suas lágrimas?”
“Primeiro, o próprio Deus se tornou parte do nosso mundo sofrido. Ele enviou Seu Filho para ser parte do nosso mundo. Enviou Seu Filho para morrer, para que nosso mundo pudesse, um dia, ser liberto da maldição do pecado”.
“Segundo, porque Deus enviou Seu Filho, você pode ter vida eterna. A mesma Bíblia que alerta sobre as penalidades do pecado, promete que aqueles que aceitam Jesus Cristo, terão vida eterna. Esse livro promete que um dia, Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor”.[1]
“Lee, imagine um Deus que nos amou tanto que enviou Seu Filho para morrer e prover a cura para a morte. Este é um Deus que é todo poderoso, mas que se entregou por amor a nós. Esse Deus lhe ama com um amor maravilhoso”.
(1) Apologética e a Cabeça: Você começará a próxima aula com um teste. Estude cuidadosamente essas questões em preparação para o teste.
(2) Apologética e o Coração: Às vezes é fácil “explicar” a maldade e o sofrimento; é mais difícil ter empatia no sofrimento. Ore para que Deus lhe dê um coração sensível por aqueles que estão sofrendo. Ore para que Ele fale através de você para levar conforto aos feridos.
(3) Apologética e as Mãos: Fale com um não crente sobre os argumentos da existência de Deus. Compartilhe os três argumentos desta lição. Se possível, compartilhe com o não crente com quem você falou na lição passada.
Teste da Lição 3
(1) Qual a pergunta que o argumento cosmológico faz?
(2) Como o argumento cosmológico responde a essa questão?
(3) Quais são as três explicações não razoáveis sobre o universo?
(4) Apresente o argumento cosmológico em uma forma dedutiva com duas premissas e uma conclusão.
(5) Qual a pergunta que o argumento teleológico faz?
(6) Como o argumento teleológico responde a essa pergunta?
(7) Qual a pergunta que o argumento moral faz?
(8) Como o argumento moral responde a essa questão?
(9) Apresente o argumento moral em uma forma dedutiva com duas premissas e uma conclusão.
(10) Qual é a objeção mais comum sobre a existência de Deus?
(11) Dê três respostas a pergunta: “Como um Deus bom e todo-poderoso poderia existir, se existe maldade no mundo?”
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